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Unimed Catanduva alerta sobre a prevenção de distúrbios alimentares

Doenças são mais frequentes na adolescência

01/09/2017 11:04 | Última Atualização 01/09/2017 11:04

​A mídia e as redes sociais em geral que usam a imagem do corpo magro e sem gorduras como a busca pelo corpo perfeito, o que pode gerar efeitos negativos principalmente na vida de adolescentes. Além da ditadura da moda, pressão social e familiar é um dos motivos para o desenvolvimento de distúrbios alimentares, como anorexia, bulimia ou transtorno da compulsão alimentar periódica, também consideradas doenças mentais. "Esse é um grupo de doenças em que a pessoa foca no peso, forma do corpo e pensamento com comida, e o tratamento deve ser acompanhado por uma equipe multidisciplinar, com psiquiatra, psicólogo, endocrinologista e nutricionista", destacou a endocrinologista Dra. Roberta Hernandes Peres Esteves, cooperada da Unimed Catanduva.

De acordo com a especialista, os distúrbios são difíceis de tratar, primeiro pela demora do diagnóstico e segundo pela resistência do paciente em aceitar o tratamento. "Durante o tratamento, principalmente com pessoas que sofrem anorexia, o médico é visto como um inimigo. Bulimia e o transtorno da compulsão alimentar periódica são mais difíceis de diagnosticar, pois é preciso observar a mudança de comportamento do paciente", explicou. 

A anorexia é um dos distúrbios mais graves e podem levar a morte. E é considerado um transtorno de visualização corporal, a pessoa se enxerga maior do que é e toma medidas para perder peso, deixando de se alimentar corretamente e até parar de comer, perdendo de forma não saudável de 20 a 25% do peso. O distúrbio ainda pode causar queda de cabelo e, em mulheres, amenorreia (falta de menstruação). "A pessoa com anorexia precisa ser internada para receber hidratação tratamento psiquiátrico e alimentar. É um dos distúrbios mais graves, pois leva um tempo para a pessoa entender que ela pode morrer se continuar assim", disse Dra. Roberta.

A bulimia é um transtorno em que a pessoa come em excesso, mesmo sem fome, mas depois faz a purgação com laxante, diurético ou forçando o vômito, por sentir culpa ou fobia de engordar. Esta é um dos distúrbios mais difíceis de diagnosticar. "Como a pessoa não ganha e nem perde peso rapidamente, é mais difícil para perceber e é um distúrbio com mais incidência na adolescência", destacou, apesar de ser mais comum em meninas, o distúrbio pode desenvolver em meninos.

De acordo com a endocrinologista, observar o comportamento dos filhos pode ajudar a identificar a bulimia. Um dos exemplos é o sentimento de vergonha em mostrar o corpo, como não ir à praia ou à piscina, além de comer rápido e "sair correndo" da mesa. O tratamento é realizado com psiquiatra, terapeuta e orientação nutricional, pois o distúrbio pode causar problemas gástricos, dor de garganta e arritmia, caso haja o uso de remédios diuréticos.

Ao contrário desses outros distúrbios, há o transtorno da compulsão alimentar periódica, em que a pessoa pode comer excessivamente em pouco tempo. "Essa compulsão pode durar por três meses e não há estranhamento, pois, esses ataques ocorrem poucas vezes por semana", completou a endocrinologista.

Porém, quem sofre do transtorno acredita que é refém da comida. Um dos principais sinais é comer sem distinguir se o alimento está frio ou quente e ter horários atípicos para comer. "Há pacientes que relatam que comem no meio da noite e só lembram porque viu o prato sujo na pia de manhã, ou então tem a vontade de comer aquele arroz gelado do jantar da noite anterior", exemplificou.

O tratamento é a base de medicamentos antidepressivos que controlam a ansiedade. Outra dica da Dra. Roberta é tentar controlar e não ter o alimento que pode causar a compulsão. "Há pacientes que têm compulsão por chocolate, por exemplo, e para não cair na tentação, recomendo que fique um período sem comer. Quando ela quiser, ela tem que sair de casa e, até resolver ir, terá um momento para pensar antes de voltar a comer", recomendou.

Tanto para a compulsão, quando para a bulimia, a endocrinologista afirma que os exercícios físicos regulares ajudam a controlar os distúrbios alimentares.

Pais, não se culpem!

Por ser doenças que podem atingir mais adolescentes, crianças também podem apresentar algum deles, porém, a especialista tranquiliza os pais. "Os pais não devem se culpar se o seu filho ou filha apresentam alguma dessas doenças, às vezes a família não tem culpa, pois pode ser um fator genético, uma personalidade mais rígida e perfeccionista", disse.

Dra. Roberta ainda explicou que mudanças de vida relacionados a depressão e ansiedade podem influenciar no desenvolvimento desses distúrbios, mas os pais devem focar na prevenção. "Procure não focar apenas na estética da criança e do adolescente, como chamar de gordinho, por exemplo, mas se surgir este assunto, procure mudar o assunto", aconselhou.

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