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Unimed Franca destaca importância de se precaver contra as DSTs

Singular traz alerta no Dia dos Namorados

21/06/2019 10:04 | Última Atualização 21/06/2019 10:04

​O Dia dos Namorados, celebrado em 12 de junho, é uma data especial e comemorativa, mas também importante para lembrarmos sobre a seriedade do uso de preservativos durante as relações sexuais. Isso porque as doenças sexualmente transmissíveis (DST) mais comuns, como clamídia, gonorreia, sífilis e tricomoníase, já afetam uma em cada 25 pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), e a faixa etária mais afetada por esse tipo de doença está entre 15 e 49 anos.

O vírus HIV, causador da AIDS, também preocupa quanto ao número de casos. No Brasil, estima-se que mais de 100 mil pessoas estejam infectadas com o vírus e não sabem e maioria delas é jovem de 15 a 24 anos.

O principal motivo para o aumento no número de casos de DST, entre elas a AIDS, é a negligência no uso da camisinha, que deveria ser utilizada em todas as relações sexuais. A falta do preservativo acontece devido ao progresso da medicina em relação ao tratamento de infecções graves, como HIV, levam as pessoas a pensarem que, se não estão em risco de vida, não há necessidade de prevenção. No entanto, essas DSTs podem trazer inúmeras consequências para a saúde como infertilidade, natimortos, gravidez ectópica e aumento do risco de HIV. Além disso, os microrganismos que provocam estas doenças estão cada vez mais resistentes aos tratamentos.

As doenças sexualmente transmissíveis são contraídas mediante sexo oral, anal e vaginal sem camisinha. Algumas podem ser passadas de mãe para filho durante gestação ou parto, principalmente clamídia, gonorreia e sífilis – esta última ainda pode ser transmitida por meio do contato com sangue infectado. Segundo a OMS, as quatro infecções mais comuns podem ser tratadas com antibióticos, mas a escassez no fornecimento da medicação adequada tem dificultado o tratamento da sífilis. A aparição de bactérias super-resistentes, como por exemplo a da gonorreia, também representam uma ameaça à saúde.

"A maioria dessas infecções não apresenta sintomas significativos, então muitas pessoas não sabem que estão com a doença e, consequentemente, não procuram atenção médica. Por isso, além da prevenção, é importante que se faça exames específicos com certa frequência, e ser sincero com o médico em relação à vida sexual é extremamente necessário para que todos os encaminhamentos sejam feitos da melhor maneira possível", comentou Dr. Nilson Ricardo Salomão, Presidente da Unimed Franca.

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