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 Editor de Conteúdo

Em comemoração ao Dia do Trabalho, 1/5, a Fesp traz um alerta sobre as condições de saúde no ambiente profissional. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), até 2020, a depressão será a maior responsável por afastamento no trabalho. Mas não é apenas a saúde mental que está em risco. Veja quais doenças podem ser adquiridas por falta de equipamentos de proteção e cuidados com a ergonomia, provocando, dessa forma, o afastamento do trabalho:

LER/DORT – Tanto a Lesão por Esforços Repetitivos (LER), como Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) são provocados por uma postura inadequada ou movimentos repetitivos.

Problemas com a coluna - A má postura pode trazer danos à coluna. Para evitar esse problema, é fundamental focar na ergonomia e manter a postura correta ao realizar as atividades diárias.

Surdez – Seja ela temporária ou definitiva, a surdez é provocada pela exposição constante de ruídos, ambientes barulhentos e pelo uso excessivo do telefone, sem as pausas recomendadas.

Dermatite - Pode ocorrer como reflexo de algum elemento presente na composição de diversos produtos, como os de limpeza, por exemplo. A doença causa danos à pele, por isso a necessidade da utilização de luvas.

Estresse - O isolamento e a pressão também podem ocasionar altos índices de estresse. Embora imperceptível em um primeiro momento, o transtorno pode tomar dimensões muito maiores e até afastar definitivamente o colaborador de seu trabalho.

Varizes – Pode ocorrer por diversas causas. No ambiente de trabalho hábitos como uso frequente de salto alto, ficar muito tempo sentado e a compressão causada pela utilização de calças justas podem agravar esse problema de circulação.
Doenças do coração - Problemas cardíacos podem estar ligados a condições genéticas, má alimentação e sedentarismo. O estresse no ambiente de trabalho pode ser um agravante que, inclusive, pode provocar hipertensão.

Lesões no joelho - As causas podem estar relacionadas ao sedentarismo, doenças genéticas, trabalhos em escritórios (em que se passa muito tempo sentado), obesidade e carregamento de peso de forma inadequada.

Dermatose - Essa é outra doença de pele e que acomete muito as pessoas que trabalham com graxa ou óleo mecânico. Isso porque esses componentes podem desenvolver reações alérgicas crônicas.

Câncer de pele - Quem trabalha exposto ao sol pode sofrer com muito desgaste na pele e, em situações mais graves, até virar um câncer. Ainda assim, a doença só pode ser considerada ocupacional em certos casos.

Catarata – A doença pode acometer a trabalhadores submetidos a altas temperaturas, como metalurgia e siderurgia. Sem os devidos cuidados, o calor pode provocar a perda de cristalino e, em casos mais graves, até a cegueira.

Desgaste da visão - As pessoas que trabalham em período noturno (como médicos, vigias ou operadores 24 horas) podem sofrer com o desgaste da visão. Isso acontece porque esse tipo de atividade desregula a produção de hormônios que acontece durante o sono.

Asma ocupacional - Quem trabalha com construção civil, ou ainda de forma próxima com algodão, madeira ou couro, também pode inalar muitas partículas — um ponto que pode ocasionar a asma ocupacional. Os primeiros sintomas envolvem falta de ar, tosse e chiado no peito. ​

Núcleo de Atenção à Saúde - www.unimedfesp.coop.br - gerenciamento.saude@unimedfesp.coop.br - telefone: (11) 2146-2686.